Equipe do Centro Municipal de Reabilitação de São Pedro da Aldeia realiza visitas técnicas em instituições fisioterapêuticas

A equipe do Centro de Reabilitação de São Pedro da Aldeia dá prosseguimento às visitas técnicas em diferentes instituições no Estado do Rio de Janeiro. As análises têm como objetivo promover o aprimoramento dos serviços oferecidos à população aldeense. A pesquisa sobre novas práticas de atuação é base na elaboração do projeto do Polo de Saúde e Qualidade de Vida, que será desenvolvido na cidade. As visitas foram realizadas na Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), localizada em Niterói, e no Centro Integrado de Reabilitação e Terapia Aquática (CIRTA), na capital fluminense.

Na Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), os profissionais analisaram o funcionamento do local, além de observarem as estratégias adotadas para o acolhimento dos pacientes, desde a avaliação multidisciplinar até o setor responsável para preparar e direcionar o usuário para a alta. Na ocasião, foi feita uma proposta à instituição de cooperação técnica com o município. 

Na visita técnica também foram abordadas questões administrativas e práticas para realização de atividades de reabilitação, além da participação de uma oficina ortopédica. “Eles possuem uma grande demanda, contudo, também possuem estratégias para o acolhimento. Há a subdivisão dentro das áreas como, por exemplo, a fonoaudiologia, que se divide em neuropediátrica de 0 a 12 anos e fonoaudiologia geral de 12 anos em diante. Além de apresentar um setor multidisciplinar só para as demandas intelectuais que tem como público majoritário de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e síndrome de Down. Foi muito enriquecedor ver a oficina de órteses e cadeiras e entender um pouco mais desse universo”, destacou a Dra. Bartira da Veiga Neves, fonoaudióloga do Centro Municipal de Reabilitação. 

Da esquerda para a direita: Assistente social Fernanda, psicóloga Érika Mendonça, Fonoaudióloga Bartira da Veiga Neves, fisioterapeuta Flávio Boechat e assistente social Rita de Cássia
Da esquerda para a direita: Assistente social Fernanda, psicóloga Érika Mendonça, Fonoaudióloga Bartira da Veiga Neves, fisioterapeuta Flávio Boechat e assistente social Rita de Cássia

O Centro Integrado de Reabilitação e Terapia Aquática (CIRTA), localizado na Barra da Tijuca, também foi visitado em conjunto com a equipe da Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação. Os profissionais conversaram com o sócio-proprietário do local, o fisioterapeuta Dr. Jorge Moura e receberam orientações sobre procedimentos realizados. Ele é responsável pela câmara técnica de hidroterapia do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Segunda Região (CREFITO2).

Foram abordadas as especificidades técnicas para elaboração do projeto a ser implantado em São Pedro da Aldeia. Um dos tópicos abordados foi os procedimentos que a construção da piscina para as atividades destinadas à reabilitação precisa seguir. A equipe da secretaria de  Urbanismo e Habitação, presente na visita, é a responsável pelo desenvolvimento do projeto do Polo de Saúde e Qualidade de Vida. Fizeram parte da visita  arquiteto e gerente de projetos Max Geddes, o arquiteto Antônio Nepomuceno.

Segundo a diretora-técnica do Centro de Reabilitação aldeense, Dra. Fernanda Suzarte, os munícipes receberão os benefícios pela implantação do projeto do Polo de Saúde e Qualidade de Vida na cidade. “Acredito que seja possível prestarmos um serviço em nossa cidade de igual qualidade ao das instituições visitadas. É de grande importância que o Polo de Saúde e Qualidade de Vida se torne realidade o quanto antes, para termos mais estrutura e mais profissionais para unir forças no atendimento aos pacientes, ampliando nosso horizonte como o da AFR”, disse.

De acordo com a fisioterapeuta do Centro de Reabilitação aldeense, Vanessa Naves, após a visita à Associação Fluminense de Reabilitação (AFR) foi possível conhecer uma instituição com funcionamento diferenciado. “O local fornece um atendimento amplo e multidisciplinar com setores bem definidos e uma estrutura de regulação de vagas mista (pública e privada). Cada setor conta com boa estrutura para um atendimento de melhor qualidade. Sendo assim, é possível observar que algumas características podem ser replicadas em nosso município como a estrutura de cada área de atendimento (macas e equipamentos), prontuários dos pacientes padronizados, separação do setor infantil e adulto e avaliação multidisciplinar dentro das possibilidades do setor”, apontou.

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