Bancários não aceitam reajuste de 7% e permanecem em greve

Mais de 10 mil agências foram fechadas. Uma nova negiciação já esta marcada para terça-feira (13).

Por Thais Pinheiro em 10/09/2016 10h16

Os bancários mentém a greve após rejeitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 7%.  De acordo com a Confederação Nacional dos Trabaladores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), no quarto dia de paralisação já havia 10.027 agências e 54 centros administrativos com as atividades paralisadas. 

A categoria já havia rejeitado o reajuste de 6,5%. De acordo com os sindicatos as ofertas não cobrem a inflação de período e representa uma perda de 2,39% para o bolso de cada bancário. Os bancários querem reposição da inflação do período, mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial - no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3,940,24 em juno) - PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reinvindicações, como melhores condições de trabalho. 

A Fenaban disse em nota que "o modelo de aumento composto por abono e reajuste sobre o salário é o mais adeguado para o atual momento de transição na economia brasileira, de inflação alta para uma inflação mais baixa". 

Ainda em nota a Fernaban lembra que os clientes podem usar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emisão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais. 

Nos correspondentes bancários (posto dos correios, casas lotéricas e supermercados), é possível também pagar contas e faturas de concessionárias e serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.




 




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