Ministério Público Estadual premia Abrigo Municipal de Rio das Ostras

“Este prêmio reforça o quanto estamos caminhando certo e fazendo o melhor para nossos acolhidos. Precisamos estar presentes nestes seminários e em outros encontros para trocar experiência e comparar nossos trabalhos com outros municípios”, disse Rose Santos, secretária de Bem-Estar Social de Rio das Ostras.

Por em 10/11/2015 08h55

Todos os anos, gestores de abrigos municipais fluminenses se reúnem, na Capital, para participar do Seminário do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro do Módulo Criança e Adolescente - MCA. Na última sexta, 6, o evento premiou municípios que fazem um trabalho de excelência na manutenção de seus abrigos e que, por causa disso, puderam inscrever seus acolhidos em um concurso cultural de desenhos produzidos pelas crianças. Rio das Ostras foi uma das cidades premiadas e, além do Troféu, recebeu um computador, que poderá ser utilizado pelas crianças e adolescentes.

 

“Este prêmio reforça o quanto estamos caminhando certo e fazendo o melhor para nossos acolhidos. Precisamos estar presentes nestes seminários e em outros encontros para trocar experiência e comparar nossos trabalhos com outros municípios”, disse Rose Santos, secretária de Bem-Estar Social de Rio das Ostras.

 

Em 2013, o Município já havia recebido este prêmio do MPRJ e agora prova que o bom trabalho tem uma ação contínua. “Esse prêmio é muito importante, pois não só premia os acolhidos, como também a  equipe, por trabalhar com muito amor e carinho. Afinal somos uma família”, disse Thiago Teixeira, Diretor do Abrigo Municipal de Rio das Ostras.

 

NÚMEROS - Este ano, o Seminário abordou o tema “Abandono x Convivência Familiar” e fez a apresentação da 15º Censo da População Infantojuvenil Acolhida no Estado do Rio de Janeiro divulgado no último dia 6. A estatística mostrou a redução de menores nos abrigos municipais em comparação aos anos anteriores.

 

De 2.464 crianças e adolescentes acolhidas em todo Estado do Rio no primeiro semestre de 2012, o número foi reduzido para 1.983 na primeira metade deste ano. O censo também mostra que as crianças estão ficando menos tempo em acolhimento e que mais de 70% das que estão abrigadas são beneficiadas por ações propostas pelo MP.

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