Tudo sobre a Região dos Lagos

Por Suely Pedrosa em 15/02/2016 08h58

É o povão


No jornal “O Globo” de quinta-feira, na coluna de Cora Rónai, parecia até que estávamos falando do mesmo lugar. Mas ela estava no nobríssimo bairro de Ipanema. É... o mal é geral ou quase. Não é remédio, mas me deu um alívio. Falo da falta de educação e etc.


Educação


Os hotéis, restaurantes, que são os maiores interessados, devem após o carnaval, organizar uma reunião e estudarem o que pode ser feito agora, para melhorar a qualidade do turismo dos próximos feriados. Não é questão só de dinheiro, mas principalmente de educação. Ou nós é que vamos “morrer na praia”. Ninguém para diárias altas, condomínios caros, para ver tragédias. Carnaval é alegria, samba, blocos, mas não uma clínica de malucos, ou de mal educados.


Enchem o pote


A moda agora, são os carrinhos com isopor, cooler, carrinhos de mercado e caixas térmicas, que são levadas para a praia, cheias de bebidas e comidas. E as areias ficam sujas, os Bombeiros ficam correndo para lá e para cá para salvar os bêbados que se afogam. Tempo, despesas é o que dão lucro. Olha só, hoje a cor da areia está muito escura. Dá pena.


Minha opinião


Não tinha ainda lido os jornais, mas o que achei foi correto. Acho Viviane Araujo, uma grande passista, é bonita, e faz a escola brilhar. Esse ano, seu traje não estava bom. Ficou espremida, numa espécie de colete. Viviane nasceu para usar muito brilho e paetê. Tanto foi estranho, que a Salgueiro perdeu ponto nas fantasias. Adorei a vitoria da Mangueira, ela mereceu. Essa é a minha opinião.


Baderna


Cabo Frio é sol, praia, gente saudável e alegria. Baderna e molecagem não cabem aqui.


Menores


Onde estão, quem são, os que têm que proteger menores. Vamos ajudar, eles serão os futuros médicos, advogados e engenheiros por aí. Não é caretice, é prevenção.


Lamentável


É impressionante o número de crianças, sim ainda são crianças, de copo e garrafas de bebidas alcoólicas nas mãos, até tarde na rua. Gritam, cantam, que até me faz levantar da cama, para ver se estão passando apertos. Tem no máximo 12/13 anos e rolam até alta madrugada. As vezes vejo algumas coisas tristes. Nós que moramos por ali, sabemos das coisas mesmo sem querer. Faltam câmeras, já resolvem 50%. Daqui a nove meses teremos gente nova na cidade.


De Cabo Frio


A tempos reclamo, não só eu, mas o bairro nobre que compreende Nilo Peçanha no final, Tamoios, Francisco Mendes, entre outros. Falo sobre as motocicletas, que aceleram muito, muitas vezes o barulho é infernal. Fazem de propósito, e sabem provocar confusão, disparam alarme dos carros. Na segunda-feira de carnaval, dois carros da guarda municipal viram e ouviram tudo, mas nada fizeram, assim como não fazem nada com os bares barulhentos.


Valeu


Ainda sobre os exageros, quero agradecer a PM, que retirou pro prontamente uma enorme caixa de som que colocaram na calçada, em frente a um hotel. Parabéns!

 

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