Vereador se diz “parceiro” na obra, mas nega embargo; Prefeitura discorda

A prefeitura afirmou que embargou a obra.

Por Redação JS em 10/03/2016 09h49

O responsável pela obra onde um pedreiro foi eletrocutado na noite desta terça-feira (8) negou, nesta quarta (9), que a construção esteja embargada pela Prefeitura de Iguaba Grande, na Região dos Lagos do Rio. O vereador Baliester Werneck, que chegou a ser apontado por moradores do local como sócio no empreendimento, negou a informação dizendo ser apenas um parceiro que auxilia com as questões burocráticas de documentos junto à Prefeitura


Na manhã desta quarta, a Prefeitura informou em nota que há dois embargos sobre a obra: um da Secretaria de Obras e outro da Secretaria de Meio Ambiente.


A propriedade onde Anderson Lima, de 39 anos, morreu, pertence ao comerciante Fábio Caputo. Questionado após a morte, negou que a obra estivesse irregular.


"Nós recebemos uma notificação no início da obra, da reforma e foi feito todas a exigências. Não tinha nada irregular. A obra esta totalmente regular", justificou Fábio Caputo. 

O vereador Werneck também negou o embargo da obra.

"Ela foi notificada, mas nao embargada, nunca", disse o vereador.


A Secretaria de Obras deu acesso aos documentos que mostram um processo de embargo à construção do prédio. No texto do laudo algumas irregularidades são apontadas.


"Existe uma área [...] que acreditamos ser uma varanda, que se encontra sobre a marquise, o que não é permitido. Inclusive a rede elétrica da Ampla está passando dentro desta varanda", diz o texto.




Fonte: G1.com

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