Zika Vírus e Microcefalia

Por Vilma Matos em 12/12/2015 12h56
Os noticiários, recentemente, estão dando destaque para uma “virose misteriosa” que é transmitida por um vírus chamado Zika.

A zika chegou em 2015 ao Brasil, atingindo primeiramente o Nordeste,  os sintomas do Zika vírus são semelhantes aos da dengue. Febre de cerca de 38 graus, dor de cabeça, dores no corpo, diarréia e enjôos. O paciente ainda pode apresentar coceira e erupção cutânea no rosto e no corpo, além de conjuntivite e fotofobia.

Não existe vacina contra a zika vírus, apenas prevenção combatendo focos do mosquito Aedes aegypti. O tratamento para aliviar sintomas visa à introdução de analgésicos, antiinflamatórios e antitérmicos livres de ácido acetilsalicilico. A doença pode levar até 12 dias para se manifestar após a picada.

O Ministério da Saúde afirma ter comprovado a relação entre infecção por zika na gravidez e microcefalia. A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é igual ou superior a 32 cm. 

O teste atualmente disponível para diagnosticar o zika vírus no Brasil ainda é complexo e só pode ser realizado em laboratórios altamente especializados. Um mês depois de o Ministério da Saúde ter decretado estado de emergência em saúde por causa do aumento de casos de microcefalia, existe uma corrida de instituições públicas e privadas para desenvolver um teste mais simples e que possa ser aplicado em larga escala.


Vilma
vilmalua@yahoo.com.br






Tópicos: Zika Vírus

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