Secretário de Saúde de Cabo Frio vai à Câmara explicar sobre vacinação do COVID-19

O secretário de Saúde de Cabo Frio, Felipe Fernandes, participou nesta terça-feira (6) da sessão ordinária na Câmara Municipal de Vereadores. Ele foi convocado para explicar a campanha de vacinação contra a Covid-19, iniciada no município no último dia 20 de janeiro, que é executada de acordo com o Plano Nacional de Imunização.

“O município tem agido com rigor para realização da vacinação contra a Covid-19. Todos os critérios de execução da campanha são de acordo com o Plano Nacional de Imunização. Cada dose recebida do estado possui um informe técnico que direciona o grupo prioritário, ou seja, a aplicação é somente realizada com a documentação necessária que comprove a determinação”, explicou Felipe.

Até o momento, Cabo Frio recebeu 47.655 doses da vacina contra o coronavírus. Foram aplicadas 14.553 vacinas de primeira dose e 2.934 vacinas de segunda dose, totalizando 17.487 doses aplicadas. A diferença entre a quantidade de vacina recebida para as doses aplicadas é devido ao intervalo entre a primeira e segunda dose de cada laboratório.

A quantidade destinada para as duas doses é especificada na nota técnica entregue em cada remessa proveniente da Secretaria de Estado de Saúde. No caso da vacina Oxford/AstraZeneca, o intervalo necessário é de três meses, enquanto a Coronavac (Sinovac/Butantan) tem prazo de 21 a 28 dias.

O encontro contou também com a participação da superintendente da Vigilância em Saúde, médica Lucy Pires, que reforçou a necessidade da campanha seguir à risca as determinações do Ministério da Saúde.

“Caso isso não aconteça, o município poderá sofrer sanções como perda de vacina e também outras medidas jurídicas do Ministério Público”, explicou.

Durante a sessão, o presidente da Câmara, vereador Miguel Alencar, abriu espaço para que cada um dos 17 vereadores fizessem perguntas a respeito da vacinação contra o coronavírus. Todas as dúvidas foram esclarecidas pelo secretário de Saúde e pela superintende da Vigilância em Saúde. As principais questões foram sobre logística, equipe para vacinação, imunização da população, testagem e medidas de prevenção.

“Por se tratar de uma busca mundial pela tecnologia, produção e aquisição do imunizante, a disponibilidade da vacina é inicialmente limitada. Além disso, precisamos evitar a aglomeração. Por essas particularidades, a logística para vacinação não é simples. A melhor medida é a prevenção, não só imunizando a população, mas também com a atuação de cada pessoa respeitando as medidas determinadas no decreto que visam garantir a saúde do cabo-friense. O combate ao vírus é responsabilidade de cada cidadão”, conclui Felipe.

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