Etapa do circuito carioca master de vôlei de praia é sucesso em São Pedro da Aldeia

O Circuito Carioca Master de Vôlei de Praia movimentou as areias de São Pedro da Aldeia no último fim de semana. O evento reuniu cerca de 160 atletas, nas categorias de +30 a +59, em partidas de duplas e quartetos na sexta-feira (20/01), sábado (21/01) e domingo (22/01). O último dia de competições contou com a participação de atletas da Special Olympics, entidade que promove a inclusão de pessoas com deficiência intelectual por meio do esporte unificado. 

O torneio foi realizado pela Federação de Voleibol Master do RJ (FVM), com o apoio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. “Foi um evento muito bacana, que veio engrandecer ainda mais o trabalho que temos feito para fomentar o esporte em São Pedro da Aldeia. Essa foi a primeira vez que recebemos a Federação de Vôlei Master e, também, com a participação de atletas especiais com a Special Olympics”, comentou o secretário de Esporte e Lazer, Ricardo Ramos. 

O presidente da Federação de Vôlei Master do Rio de Janeiro, Hércules Gusmão, falou sobre o evento. “Nós trouxemos pessoas de vários estados do Brasil para estarem aqui; tivemos atletas do Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná, além do Rio de Janeiro. Sou muito agradecido a todo o apoio que encontrei no secretário Ricardo Ramos, os três dias do circuito foram maravilhosos independente da chuva”, destacou.


SPECIAL OLYMPICS

O Circuito Carioca Master de Vôlei de Praia, etapa São Pedro da Aldeia, também contou com partidas promovidas pela Special Olympics, uma organização internacional que promove o esporte unificado. Os quartetos, formados por pessoas com ou sem deficiência na mesma equipe, abrilhantaram o circuito. Ao todo, foram 36 participantes, entre atletas da Região dos Lagos e de Campos dos Goytacazes.

De acordo com o coordenador da Special Olympics, Fábio Coboski, as partidas seguem as regras da Federação Internacional de Voleibol, com uma adaptação no fundamento de saque, que visa dar mais fluidez ao jogo. “A equipe não pode fazer mais que três pontos de saque, mas fora isso o jogo funciona na normalidade. Independente de serem pessoas com deficiência, elas trabalham e treinam no dia a dia para alcançarem seus objetivos igual qualquer cidadão. As pessoas com deficiência só precisam de oportunidade para mostrar que elas também têm competência, habilidade e talento para chegar em qualquer posição que elas queiram”, ressaltou. 

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