Na segunda-feira, dia 17, ocorreu o julgamento que mudar o rumo da Câmara de Búzios.
Entrada o caso: José de DJ havia sido inicialmente anunciado como um dos vereadores eleitos nas eleições municipais de Búzios para a legislatura de 2025-2028, obtendo 1.199 votos.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) julgou um recurso definitivo que validou os votos de outro candidato (Dom de Búzios). A validação desses votos gerou uma retotalização do quociente partidário pela Justiça Eleitoral empurrando José de DJ para a posição de suplente. Ele seguiu atuando nos bastidores políticos da Região dos Lagos.
Agora, o Tribunal Regional Eleitoral negou recurso de Cláudio César da Conceição Ribeiro, conhecido como Cláudio Temporada, que teve seus votos cassados por suspeita de compra de votos, e manteve a decisão do Juiz de Búzios que cassou o diploma, anulou os votos dele nas eleições municipais de 2024 e determinou a retoralização.
Embora Cláudio Temporada do Democracia Cristã, não tenha sido eleito, a decisão pode mudar a composição da Câmarara e levar o suplente José de DJ a ocupar a cadeira de Felipe Lopes do partido de Temporada.
O então candidato foi flagrado no dia da eleição, com mais de R$ 3 mil em dinheiro vivo, dividido em blocos, além de material de campanha, comprando votos.
O desembargadores excluíram o gentro de Temporada Lucas da Silva de Souza Santos do processo. Na ocasião ele foi detido com R$ 860 Reais e santinhos do candidato. A defesa de Cláudio ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral em Brasília.
“O julgamento ocorreu ontem já em segunda instância, onde foi favorável em nossa pessoa por 4×3. Já havíamos ganho em primeira instância em Búzios. Já apontaram que deveríamos estar na cadeira como vereador, pelo processo de compra de votos. O próprio Juiz da cidade que efetuou a prisão, na época. Se assumirmos, nas contas que são feitas, quem deixaria a Câmara seria Felipe Lopes. Uma pessoa que tenho um grande respeito e por toda trajetória, mas, enfim, justiça. A Câmara já está sendo notificada, cabe recurso, mas já estaremos sentados na cadeira”, disse José de DJ.
