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MPF estipula prazo para Prefeitura de Cabo Frio para explicar irregularidades na Praia do Forte

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Durante a inspeção, o procurador verificou que o serviço de limpeza, previsto para começar às 5h, ainda não havia sido iniciado. 

O MPF também pediu explicações sobre a falta de bloqueio em um trecho próximo à Duna Preta, onde foi observada a entrada de veículos e o transporte de material para a areia, prática que pode causar impacto ambiental. 

O despacho ainda solicita informações sobre a retirada de estruturas fixas instaladas por comerciantes e reforço na fiscalização do uso de mesas e cadeiras, que só devem ser colocadas na areia após solicitação dos clientes. 

O Ministério Público também quer saber quais medidas estão sendo adotadas para garantir que todas as barracas mantenham as três lixeiras obrigatórias. 

Em nota, a Prefeitura de Cabo Frio informou que “ainda não foi notificada desse despach

O Ministério Público Federal (MPF) deu um prazo de 20 dias para que a Prefeitura de Cabo Frio explique uma série de irregularidades constatadas na Praia do Forte. 

A cobrança foi formalizada em um documento assinado nesta segunda (10) pelo procurador da República Leandro Mitidieri, após uma fiscalização realizada na madrugada da última sexta (7). 

A vistoria começou por volta das 4h30 e identificou problemas relacionados à limpeza e ao uso irregular da faixa de areia. 

Entre as situações observadas, o MPF questiona como lixeiras da empresa contratada para o serviço público foram parar na areia e se teriam sido removidas de outros locais sem autorização.

O órgão também apura se um carrinho de comércio teria pernoitado no local, já que estava parado desde o início da fiscalização, sem marcas de movimentação. 

Durante a inspeção, o procurador verificou que o serviço de limpeza, previsto para começar às 5h, ainda não havia sido iniciado. 

O MPF também pediu explicações sobre a falta de bloqueio em um trecho próximo à Duna Preta, onde foi observada a entrada de veículos e o transporte de material para a areia, prática que pode causar impacto ambiental. 

O despacho ainda solicita informações sobre a retirada de estruturas fixas instaladas por comerciantes e reforço na fiscalização do uso de mesas e cadeiras, que só devem ser colocadas na areia após solicitação dos clientes. 

O Ministério Público também quer saber quais medidas estão sendo adotadas para garantir que todas as barracas mantenham as três lixeiras obrigatórias. 

Em nota, a Prefeitura de Cabo Frio informou que “ainda não foi notificada desse despacho.

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