RJ vai entregar quase 750 mil doses de vacina contra Covid-19 na segunda-feira a 92 municípios

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio entrega, na segunda-feira (22), 749.100 doses contra Covid-19 a 92 municípios do estado.

As doses são da CoronaVac, sendo 618 mil para aplicação da primeira dose. É o maior lote distribuído às cidades fluminenses, segundo a SES.

Serão enviadas ainda 10 mil doses da Oxford/Astrazeneca para 26 cidades que possuem comunidades quilombolas.

Ministério da Saúde orienta aplicação da 1ª dose

No sábado (20), o RJ recebeu do Ministério da Saúde 396 mil doses de CoronaVac. Em ofício, o Ministério da Saúde recomendou que os imunizantes que foram enviados no dia 17 sejam utilizados na aplicação da primeira dose. Esses imunizantes estavam retidos para serem usados como segunda dose.

Segundo o Ministério, a medida é para acelerar o processo de vacinação no país.

Ainda de acordo com o ministério, a partir de agora todas as vacinas distribuídas devem passar a ser aplicadas, sem reserva de segunda dose, já que há a expectativa de que o governo comece a receber lotes semanais de vacinas devido ao início da produção de imunizante pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

No início da campanha, com base em diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), 50% das vacinas destinadas pelo governo federal aos estados e municípios foram reservadas como 2ª dose.

Em 19 de fevereiro, o Ministério da Saúde divulgou que faria uma mudança na estratégia da vacinação contra a Covid-19, sem guardar metade do imunizante para a 2ª dose. À época, o governo argumentou que o ritmo de chegada das novas doses seria acelerado e, com isso, não seria preciso reserva.

Entretanto, em 24 de fevereiro, a pasta recuou e informou que os estados e municípios deveriam reservar a 2ª dose da CoronaVac para garantir que ela seja aplicada de duas a quatro semanas após a 1ª.

A nova mudança na orientação, para aplicação de todas as doses, sem reserva, vale, a princípio, para as 5 milhões de novas doses anunciadas neste sábado. A orientação deverá ser mantida se a produção e o ritmo de entrega dos lotes previsto pelo governo se confirmar.

Fonte: G1

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